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O termo “business partner” nasceu na década de 1990 com Dave Ulrich, professor universitário que é considerado um dos maiores especialistas em recursos humanos do mundo. De lá para cá, tirar essa nomenclatura do mundo das ideias e trazer para a vida real é uma demanda cada vez mais necessária – principalmente para o RH.
Para quem não está familiarizado com o termo, uma explicação simples: se tornar um #businesspartner é sobre virar a chavinha da postura e encarar o que acontece no dia a dia da empresa de uma forma diferente, sob a perspectiva da autorresponsabilidade.
Na prática, o que acontece é que você sugere e apoia as #mudanças que podem ser benéficas para o colaborador da empresa – e não apenas segue o que foi orientado.
Para isso acontecer, é essencial que o RH esteja atento ao que está acontecendo no mercado. Surfar na onda da #oportunidade, você provavelmente já ouviu essa expressão – e aproveitou-a nos momentos em que foram permitidos para valorizar e crescer seu negócio.
E sim, qualquer colaborador da empresa pode ser um business partner. Mas, para o RH, ter essa habilidade é um must para que você seja um bom #profissional. Após aberta essa porta, o próximo passo é caminhar em direção ao que chamamos de business driver.
Business Partner x Business Driver
Quando falamos de drivers de negócio, nos referimos a tudo que é fundamental para o sucesso contínuo de uma empresa: a tecnologia, o produto, a marca e, principalmente, as pessoas e a cultura dessa empresa.
Um business partner já é uma peça importante para que o ritmo de um lugar flua bem. E a virada de #mindset necessária para se tornar um business driver é sair da teoria e colocar a mão na massa.
É tomar as rédeas de situações em que o RH tem liberdade para agir, tomando a frente da #mudança desejada e priorizando ações que levarão às metas no curto, médio e longo prazo.
A palavra de lei para se tornar um driver é protagonismo. Assumir a postura de quem tem autonomia para transformar uma realidade (ainda que pequena) dentro da empresa para beneficiar as pessoas e os resultados como consequência.
O que você tem feito para tomar a frente do que está ao seu alcance? Você espera alguém ditar o que precisa fazer ou é o próprio agente de mudanças?